sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Parte 6

Acordei com os raios solares batendo em meu rosto a janela do deposito era  bem em frente onde eu havia adormecido ,tive um sonho um tanto quanto estranho nesse sonho eu tinha oito anos e pessoas estavam em volta de mim tentando me bater, ninguém  parou pra 
me ajudar ... 
 Levantei procurei pelo galpão e nossa tinha um banheiro ,testei e a água estava funcionando , lavei meu rosto , tomei um banho e coloquei a mesma roupa , coloquei todas as minhas armas em seus devidos lugares ,comi mais alguns biscoitos afinal eu não estava com tanta fome quando estava pronta ouvi batidas lentas na porta , peguei coloquei minha mochila nas costas peguei uma de minhas espadas e abri a porta
do galpão com cuidado , quando uma pessoa veio em passo lento ... espera ele não tinha braços ,quando vi melhor percebi que tinha um monte deles droga era disso que aquele louco estava falando sera que são mortos-vivos! Pouco a pouco eles foram entrando e avançando contra mim peguei minha outra espada e quando o primeiro chegou até mim cortei sua cabeça ,o sangue voou ,e assim foi pouco a pouco fui matando aqueles monstros ate que matei o ultimo  por sorte não me sujei mas aquele deposito ficou sujo,o  sangue  daqueles monstros estava  nas paredes do deposito ,tripas estavam espalhadas ,rins ,mãos ,braços ,pernas ,cabeças aquele lugar não era mais seguro .
 Limpei minhas espadas , ajeitei minha mochila nas costas liguei minha Harley e coloquei ela na rua olhei para os lados e não tinha ninguém ótimo ! peguei as bebidas abri todas e joguei todo o conteúdo em volta e dentro do galpão ,procurei em meus bolsos e achei um esqueiro e uma caixa de fósforos ,risquei  e atirei o fósforo guardei o esqueiro  e a caixa de fósforos na mochila , o galpão começou a pegar fogo ajeitei minha mochila ,liguei minha moto e voltei pra estrada .
 Estava olhando para os lados mas não descuidando da estrada,quando vi uma cena que me chocou , um grupo de pessoas estava em volta
de uma menininha que aparentava ter uns oito anos, eles riam da menininha ,ela apenas chorava abraçando apertado seu corpo, parei minha Harley e fiquei observando aquela cena um dos homens segurou com força o braço da menininha os outros só riam, lembrei do meu sonho .. droga, droga, droga se controla Zoe ! porcaria minha adrenalina ta subindo ,desci da moto e fui caminhando com raiva em direção aquelas pessoas , empurrei dois dos homens  eles caíram e  eu fui ate a menininha por extinto me coloquei na frente daquela menininha tão frágil ...
 - Ela esta comigo ! deixem ela em paz pro bem de vocês!
 Eles começaram a rir mais do que já estavam rindo .
 - Ei garota se acha que nós temos medo de uma bonequinha como você, somos em quatro e você é uma,somos homens você uma garotinha idiota e frágil! o que você vai fazer com a gente em vai bater com seu ursinho?
 Olhei todos eles tinham um facão exceto o que estava falando comigo ele tinha uma  pistola P-38.
-A proposito depois que te matarmos podemos ficar com seus revolveres e suas espadas não é gente?
 Todos os idiotas responderam que sim . Ok era hora de acabar com essa historia .
 - vira de costas - falei para a menininha e ela virou ok eles iriam conhecer a verdadeira Zoe !
-Olha aqui manezão eu não tenho medo de você nem desses três retardados ai ok ! e outra a garota esta comigo intendeu ou quer que eu desenhe?
 - Menina tu ta brincando com fogo não me provoca !
- O que você vai fazer em otário vai chamar a mamãe é ! 
 Quando terminei de falar ele pegou sua pistola e foi chegando perto até que colocou o cano da arma em minha cabeça e falou.
- E agora princesinha ta ficando com medo ? 
 Os homens olharam pra mim e começaram a dar risos debochados..
- Aprende uma coisa sobre mim ,eu não tenho medo !  e vocês vão se arrepender !
 Quando terminei a frase  em uma fração de segundos coloquei minha mão em sua barriga acionei minha lamina ,e fui subindo rápido ela até chegar ao coração daquele desgraçado ,a arma caiu de sua mão e ele deu um grito de desespero e dor e eu estava me divertindo ! O corpo do desgraçado caiu ao lado dos meus pés e o sangue começou a se espalhar pelo chão os idiotas dos seus amigos pararam imediatamente de rir e me olharam quando perceberam , ótimo eles estava assustados e perplexos ! olhei pra trás e a menininha ainda 
estava de costas e com as mãos nos ouvidos assim eu poderia acabar o que tinha começado .
 -Vocês viram isso , tão idiota tão frágil ! 
 Os homens então pegaram seus facões e vieram em minha direção peguei minhas espadas , um dos três tentou me acertar e não conseguiu
peguei minha espada e cortei o seu braço ele gritou de dor , o outros dois vieram em minha direção com seus facões , peguei minhas espadas e cortei as pernas deles eles caíram o outro veio em minha direção cortei suas pernas também e falei .
 - O pior erro de vocês foi me provocar eu avisei !
 Eles ficaram quietos agonizando e chorando ,limpei minhas armas , peguei a  pistola P-38 do chão guardei em minha mochila, tirei as mãos dela dos seus ouvidos e falei  ...
-Feche os olhos e se vire pra mim por favor e pro seu bem . 
 Ela fez o que eu disse então continuei .
 -Meu nome é Zoe não fique com medo eu vou te ajudar , vou te proteger só venha comigo se não quiser vir tudo bem eu vou entender mas se quiser aperte minha mão .
 Estendi minha mão e segurei sua mão imediatamente ela apertou .
 -Ok vamos pra minha moto eu te ajudo ,só fique de olhos fechados .
 Guiei ela ate minha Harley , pedi pra ela subir e ela subiu com a minha ajuda ,coloquei meu capacete nela e ela continuava com os olhos fechados , dei uma ultima olhada naqueles idiotas e percebi que aqueles monstros estavam vindo em direção a eles .Subi em minha moto e disse . 
 - Segure-se em mim ok , e pode abrir os olhos mas olhe para a minha mochila por enquanto .
 Liguei minha moto  e sai daquele lugar quando estava a uma certa distancia disse.
- Agora você pode olhar pra onde quiser.
-Obrigada você me salvou Zoe .
 A menininha disse e me surpreendeu. 
 - Só fiz o que deveria ser feito .
E assim eu estava mais uma vez na estrada ,porem agora eu não estava sozinha eu tinha mais uma vida pra cuidar,e eu estava me sentindo feliz pela primeira vez desde que tudo começou ,pois agora eu sabia contra quem eu deveria lutar...

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Parte 5

Cansei de ir atras das pessoas e eles não estarem em casa,decidi me preparar antes,pra depois decidi o que fazer.
Minha meta era dirigir até uma farmácia,talvez dar uma passadinha na loja de armas e se der assaltar uma padaria.
Enquanto eu planejava ,Elise brincava com um bichinho de pelúcia verde da Stacy(aquele bicho me dava medo) espero que ela não surte por isso.Ela parecia mais calma,apezar das paisagens caoticas que passavam pela janela do carro.
Dobrei a esquerda e cheguei em uma farmácia:
-Olha eu vo lá buscar algumas coisas e já volto.
Ela assentiu.
Tranquei o carro com ela dentro e fui em rumo ao lugar.Carros destroçados,restos e fluidos estranhos no chão,cheiro de podre,era esse o estado da rua,isso me levou a pensar que podia enfrentar um daqueles malucos que vi matando pessoas lá dentro,toquei minha 9mm que estava como sempre na minha cintura,agora eu não iria me separar daquela arma,não que eu quisesse mata alguém mas eu não tinha escolha.Apezar de não saber atirar eu tinha alguma experiencia em jogos,acho que isso bastava pra mim mirar e tenta acerta.
Milagrosamente a porta estava aberta.Entrei com cautela,odiava ser surpreendida,dei uma olhada nas parteleiras,praticamente vazias,merda.Consegui alguns Band-Aids,uma fita isolante,dois sabonetes,alguns gases e ataduras,uma lanterna à energia solar,uma tesoura e um termometro.
Dei mais uma vasculhada,só que na ala de medicamentos,achei analgésicos,anti-inflamatorios e alguns relaxantes musculares.
Fiquei entertida procurando coisa que não notei o vulto que se esgueirava pelas sombras até mim,quando eu achei Morfina senti a presença e o cheiro podre dele,no reflexo,peguei a 9mm e apontei pra fuça dele:
-Pare!Sai daqui!!
O infeliz continuou andando ate mim:
-Merda,eu falei pra para!
Ele batia os dentes ,eu sabia o que tinha que fazer,mirei no cranio,eu queria que ele não voltasse nunca mais,atirei.eu vi a bala perfurar em camera lenta o cranio daquela criatura que caiu como se fosse um saco de batatas molhado.Segundos depois fui levada a realidade,peguei as coisas e corri pro carro.
Chegando lá,entrei,Elise estava desesperada:
-O que aconteceu mana?tu também ouviu tiros??Tão atras da gente?
-Não,não ninguém ta atras de nos guria.
-Como que tu sabe?
-Porque fui eu que atirei,agora bota o diacho do cinto.
Ela fico boquiaberta:
-Ta maluca? porque fez isso?
-Não por enquanto não to maluca,porque atirei? me atacaram,agora não enche e vai brinca,vai.
Ela tento insisti,mas eu falei que se ela continuasse ia fica de castigo,dai sim ela paro.
Não achei loja de armas muito menos de padaria,as poucas que entrei não tinham nada.então decidi ir pra casa de Sidney,ele devia estar la,afinal aquela coisa não saia de casa.
Enquanto ia pra la começei a pensar no que estava acontecendo,na perda da babá e da vovó,no sumiço da papai,mamãe e Stacy,pensei no cara que tentou atacar o nosso carro e no que havia matado na farmácia,pensei que aquilo era louco demais e que eu fazia parte daquela loucura toda e que tinha que sobreviver à ela.
Dessa vez levei Elise junto,ela estava quieta e mais rápida.Bati à porta,nada,na segunda batida eu olhei pra cima e me deparei com uma camera me observando,acenei pra ela,funcionava.Concerteza quela coisa tinha um microfone:
-Abre essa maldita porta Sidney!É serio.
Nada.
-Caramba,abre,to sem paciencia e se não abri vo arromba isso-Apontei pra porta.
Eu parecia uma maluca falando com a camera,mas em questões de segundos eu vi a fuça dele,Moreno,alto,olhos castanhos e cachos negros.Cara que saudade dele,abraçei-o,como era bom ver uma cara familiar.Ele falou pra eu entrar rápido.Parecia um deby mental.
Lá dentro percebi que a casa dele era uma fortaleza.Janelas e portas trancadas com moveis ,ele,pelo que percebi dormia na sala,nenhum sinal de seus pais.
-Ei,cade seus pais?
-Eles...Eles ...
Lagrimas cairam de seu rosto,era triste e eu sabia o que tinha acontecido.Só pude consola-lo com outro abraço.Chorei tambem.Elise brincava com um cavalhinho de pelúcia que Sidney tinha desde bebê,ela não sabia a dor que sentia-mos.
Depois de consolados,comemos bobagens e assistimos filmes como se nada tivesse acontecido.Quando acabou,e quando Elise dormia,começamos a descutir a causa desse surto.ele também ouviu a mensagem.Concordamos em fazer uma plano maluco.Era o seguinte:Eu deixava a Elise com ele,confiava o meu tesouro irritante à ele e ia procurar ajuda numa Kawasaki Z1000 preta,ta confesso,me apaixonei pela moto e me admirei do Sidney ter uma na garagem.
Achei o plano muito louco,mas como já disse vivia numa loucura agora.Bom ele tinha celular e eu também,não me preocupei quanto a isso.Então montei na Kawasaki e fui rumo à Atlanta procurar ajuda,ouvindo Guns N' Rose a todo vapor.

terça-feira, 16 de setembro de 2014

Parte 4

 Eu estava na estrada fazia mais ou menos uma hora, estava cansada com fome , minhas pálpebras começaram a pesar mas eu não podia parar ao meu redor eu via, pessoas atacando outras ,saqueando lojas enfim um caos total eu não podia parar na verdade eu não queria parar afinal se eu parasse ,as pessoas iriam tentar roubar minha moto  no caso a unica coisa que fazia eu lembrar que pelo menos uma vez meus pais se importaram comigo e se alguém tentasse roubar ela eu simplesmente não exitaria em matar. Avistei então um galpão que parecia abandonado e seguro ,decidi então parar a minha moto ,desci ,forcei a maldita porta e nada de abrir ,então sem nem pensar duas vezes chutei a  porta ,ela abriu estava tudo escuro olhei em volta e não tinha ninguém ótimo ,minha moto não iria ser roubada mas por segurança deixei o farol aceso apontando para o galpão , retirei da minha mochila a lanterna ,liguei ela e entrei no galpão  pois minha moto já estava iluminando um pouco aquele galpão. Procurei o interruptor até que consegui achar ,apertei aquela tecla e aos poucos as luzes foram  acendendo ,percebi que aquele galpão era na verdade um  deposito de bebidas e estava totalmente vazio, desliguei minha lanterna coloquei novamente na minha mochila e voltei para fora ,liguei minha moto e coloquei ela dentro do galpão ,fechei as portas e eu finalmente estava segura até que ... ouvi um barulho parecia ser batidas na porta ,então  acionei  a lamina em meu braço caso tivesse que usar foi ai que ouvi gritos pedindo socorro ,então cuidadosamente abri a porta e me deparei com um homem que aparentava ter mais ou menos quarenta e poucos anos, ele apontava pra si mesmo até que falei...
- foi mal mais eu achei esse galpão primeiro ! e não vou sair dele!
 -meu filho ,virou um deles tive que matar ...
-virou um deles? espera você matou seu filho ? - O que esse homem esta falando ,droga sera que ele vai tentar me atacar pois se ele tentar eu não respondo por mim e quem vai sair perdendo é ele .
  - bebidas você tem bebidas por favor me de duas e eu vou embora . 
  Ok aquele esse cara é louco mas pensando bem eu vou entregar as tais bebidas pra ele mas não irei me descuidar.
  - Esta bem você entra comigo no galpão pega as bebidas e vai embora!
 - Obrigado moça ! você primeiro .
 - Não você vai na frente e eu vou logo atrás !
 - Como você quiser .
  Então ele foi entrando e eu fui logo atrás com minha lamina preparada caso ele tentasse me atacar, ele foi até as bebidas, olhou -as cuidadosamente   pegou duas cervejas , olhou para mim até que falou .
- Obrigado mesmo agora eu posso seguir , afinal tenho que buscar meu filho na escola!
  Acompanhei aquele homem até a porta ,de uma coisa eu tinha certeza ele era louco , parei na porta e o homem só provou que eu estava certa pois saiu correndo e em pouco tempo desapareceu do meu campo de visão . Voltei para o galpão  fechei a porta e eu estava novamente segura , olhei as bebidas e nossa tinha somente uma garrafa de Jack Daniel's totalmente intacta ,peguei aquela garrafa  abri ela , sentei no chão apoiada em minha moto e coloquei minha mochila ao lado do meu corpo ,comecei 
a tomar minha garrafa de Jack Daniel's  e a comer uns biscoitos até que flashes começaram a passar em minha cabeça...
    Eu sentada  conversando com meu avó, o único que me dava atenção e em seguida eu pela primeira vez entrando  na  sala de Ballet  com apenas oito anos pois minha mãe achava que eu seria uma grande bailarina, e depois eu e minha mãe no mesmo dia saindo da sala de Ballet pois eu havia sido expulsa por ter brigado com uma menina que havia me chamado de idiota e minha mãe contando para o meu pai e os dois me olhando com raiva, eu  fugindo pela primeira vez porque minha mãe queria que eu participasse de um concurso de beleza, eu em minha segunda briga com a boca sangrando ,eu ganhando a minha Harley Davidson o único dia que meus pais sorriram ,  e por fim eu em meu quarto tomando um sermão da minha mãe por não ter usado um casaco  da marca Channel porque eu achei feio! 
 Foi com esses flashes que eu percebi o quanto meu avó e até mesmo meus pais estavam fazendo falta ,mais perguntas se passaram em minha cabeça  ...sera que meus pais estavam bem? sera que estavam sendo  bem tratados ? sera que sentiam minha falta? ou estavam felizes por finalmente terem a oportunidade de se livrar de mim ...
    Quando sai dos meus pensamentos percebi que ainda estava no galpão , a garrafa estava na metade decidi parar de tomar fechei ela coloquei ela  em minha mochila, guardei também o que sobrou das bolachas em minha mochila, deitei no chão com a cabeça apoiada em minha mochila e lá estava eu mais uma vez sozinha...

domingo, 14 de setembro de 2014

Parte 3

Que droga, aquela mensagem estava em todas estações, eu nem podia ouvir música, e os cds que tinham no carro eram uma bosta.
Elise finalmente se acordo, reclamando, como sempre, que queria come. Alimentei a criatura, ela ficou um pouco mais feliz.
Estavamos chegando na casa da vó. Eu mandei a Elise ficar no carro, ela reclamo, mas ficou.
Escondi a Glock na minha cintura, debaixo do casaco, atravessei o gramado, silêncio, fui até a porta, bati três vezes, nada, eu estava tensa. A porta estava trancada, resolvi pular uma janela só que pra isso eu precisei quebrar o vidro, prometi a mim mesma concertar aquilo mais tarde.
Entrei na casa, muito silêncio, coisas atiradas no chão. Fui até o quarto da vovó. Roupas, perfumes, vidros enfeitados e sangue, tudo no chão...OPA, SANGUE?? Não podia ser, me aproximei, tinha cheiro e expressura de sangue, será que era da vovó ou de outra pessoa? Ai meu Deus.
Começei a vasculhar a procura de um corpo, segui a trilha de sangue, levava ao banheiro.Com a arma em punho, empurrei levemente a porta, meu coração pulava de medo.
Entrei em choque, chorei ao ver minha avó, multilada, na banheira segurando uma 9mm,sangrava.Chorei mais ainda ao ver que ela mesmo morta levava aquele sorriso, o mesmo sorriso de quando preparava biscoitos,de quando recebia flores que eu colhia na rua,de quando ouvia histórias impossiveis que eu contava.Eu me aproximei e delicadamente acariciei o rosto dela fechando-lhe os olhos.
Não tinha força para carrega-la paro o jardim e enterra-la dignamente, então fui até o quarto e peguei a coberta favorita dela, retirei a arma e botei em cima da tampa do vaso.Cobri ela e falei algumas palavras de coração.
Peguei a 9mm,tinha 7 balas no pente,mas faltava uma.Fui até ela e levantei de leve o cobertor,percebi um furo no cranio dela,mais lagrimas,ela tinha se matado,mas porque?
Eu não tinha tempo pra pensar,peguei a 9mm e botei do outro lado da cintura.Caminhei até o quarto dela,recolhi seu perfume favorito do chão,peguei uma bolça dela e botei ele lá.
Fui até a cozinha,enchi a bolça,que era grande,de enlatados,bolinhos,chá,café soluvel,toddy,bolachihas,um pacote de salgadinho e 4 garrafinha de água sem contar 3 cobertas,2 travesseiros e uns casacos que levei na mão.Percebi que a porta dos fundos estava aberta,então passei por ela.
Chegando no carro:
-Mana,cade a vovó?
-Ela...-Eu não podia falar a verdade-Ela...saiu,foi...numa amiga,veremos ela mais tarde.-Não,nunca mais-Certo?
-Aham.
Ela ficou olhando pro chão.
Eu botei as coisas no banco de tras:
-O que é tudo isso?
-Am...-Mais que merda-A vovó deixou um bilhete dizendo que era pra gente.
-Ata-Voltou a encarar o chão.
Revistei o porta-luvas e achei um mapa da cidade,não que eu não soubesse aonde as coisas ficavam,mas era bom ter um.Eu procurava algum tipo de atendimento,mas não achei nada no maldito mapa.Por fim,decidi ir pra casa da stacy,tomara que aquela vaca estivesse em casa.A Elise brincava com a manga da blusa,nunca a vi tão quieta:
-Ei pequena,o que aconteceu?
-Nada.
-Me fala...
Ela olhou o chão e depois me encarou.
-Lá em casa,eu ouvi gritos e...
-E??
-Uma pessoa estava atacando a babá,eu fiquei com medo,corri e me deitei na cama-Lagrimas caiam em seu rosto pálido-Eu.Eu.Eu queria te ajudado mas acho que era tarde demais.
- Eu sei.-Me emocionei-Eu também tentei,agora ela ta no céu,feliz,ela não sentiu dor-Eu estava mentindo,mas era pro bem dela-Ela ta cantando agora com os anjos,não fique trite pequena.
Eu parei o carro e fui até o banco de tras,abraçei ela,nos compartilhava-mos a mesma dor,a mesma ferida aberta,a mesma corroição.
Acabei dormindo,os sons da floresta que ficava ao lado da estrada me envolveram,me acolheram.Sonhei com papai e mamãe.Eles sorriam pra mim e me acenavam,diziam alguma coisa,mas eu não conseguia ouvir.Eles vinham ao meu encontro quando...
Cabbuumm
Fui retirada do meu sonho com as sacudidas que Elise me deu:
-Saraa!!olha!!olha!!
Ela gritava enloquecidamente.
Me levantei e olhei pelo vidro,um homem barbudo,com cara de debi mental,batia no vidro desajeitosamente e batia o maximilar tentando comer o vento.Caramba,que cara feio.Eu notei que ele não tinha um braço e demorei pra percebe que ele queria nos morde,será que ele era um louco canibal?
Aquele infeliz não falava,por instinto decidi dar a partida,o homem nos seguiu inútilmente.
Durante o trajeto deu fome,parei o carro.Eu e Elise devoramos metade da comida,antes eu não percebera o quanto estava faminta.
Finalmente cheguei na casa de stacy.Não houve resultado das batidas que dei na porta,me vi obrigada a quebrar um vidro denovo.
Ninguém em casa.Não tinha roupas nos armarios,nem sinal da minha amiga.Achei uma mochila,botei um caderno e estojo que tinha em cima da mesa,um litrão de refrigerante,algumas bolachas de sal,um esqueiro,um taco de baseball e 4 bichinhos de pelúcia pra Elise.
Eu presumi que a Stacy tinha saido as presas de casa pois havia deixado o celular,oba,tinha fones.Graças a Deus que nós tinhamos o mesmo gosto musical.Finalmente música de qualidade.

sábado, 13 de setembro de 2014

Parte 2



Canadá 2016

Lá estava eu sentada na grama  apoiada em minha  Harley Davidson olhando as estrelas em frente ao Starbucks ,tomando  um Chocolate Frappuccino quando ouço o telefone tocar
rapidamente saio de meus pensamentos aleatórios , deixo tocar por um tempo pois sei quem é ,com certeza é minha mãe 
reclamando pra mim  e perguntando o porque não coloquei as roupas de patricinha que ela escolheu pra mim usar no jantar de negócios da empresa, simplesmente cansei meus pais nunca ligaram pra mim sempre se preocuparam com aquela empresa idiota, nunca liguei pra dinheiro nenhum .Deixei o telefone tocando por mais um tempo  e decidi atender ...
 - Zoe Wayne, porque não esta atendendo o telefone, você esta encrencada mocinha , venha logo pra casa não temos tempo , o filho dos Syles já chegou e esta esperando por você.
    Nossa o nojento  e esnobe do Greg Syles esta lá , e o pior meus próprios pais querem que eu namore com ele pois eles dizem que isso vai ser bom pros ''negócios'' por favor né tenho dezesseis anos sei muito bem o que quero.
 - Mãe eu não vou pra essa jantar idiota , não me importo com os ''negócios''.
 -Zoe você é a unica  herdeira das empresas precisa ter contato com pessoas da nossa classe ,não com pessoas de níveis abaixo.
   Odeio quando minha mãe fala assim ela pensa que eu sou o que a Barbie Malibu por favor né.
  - Mãe como eu já disse eu não me importo ok , não me importo com o dinheiro nem com essa empresa e muito menos com esses esnobes ai .
    - Zoe espe...
    Nem deixei ela terminar sabe lá o que iria sair da cabeça dela pra tentar me convencer  , fiquei mais um tempo ali apreciando a vista das estrelas e da Lua ,e tomando meu  Chocolate Frappuccino de uma coisa eu sei essa noite eu não volto pra casa. Depois de um tempo decidi ir ver que hora era e droga já era de madrugada por quanto tempo sera que fiquei ali sentada com meus pensamentos? No meu celular tinha mais de cem chamadas da minha mãe o que era estranho ,e em todas tinha uma mensagem gravada que dizia o seguinte:
 -Zoe venha para casa é urgente temos que ir para um lugar seguro estão vindo nos buscar ...
  OK isso foi estranho mais e dai quem é que vai  garantir que não é mais um truque da minha mãe pra mim voltar pra casa ! Fiquei ali parada pensando no que iria fazer quando me dei conta de que tudo estava muito silencioso tão silencioso que poderia ouvir as batidas do meu coração que estava cada vez mais acelerado, nas ruas não havia movimento algum nem de carro nem de pessoas ,sim alguma coisa estava estranha e pela primeira vez decidi concordar com minha mãe  alguma coisa estava acontecendo .Fui conferir minha mochila nela tinha peças de roupas tais como calças ,blusas,casacos e minha arma ,sim eu tenho uma arma , pois meus pais queriam que eu andasse com dois armários atrás de mim ,mas ai preferi fazer um treinamento com armas e ganhei uma arma dos meus pais quando fiz quinze anos.
   Coloquei a mochila nas costas subi na minha moto coloquei meu capacete  vou ir pra casa conferir se o que minha mãe falou e verdade , em pouco tempo cheguei em casa afinal o Starbucks era perto da minha casa ,desci da moto e decidi deixar ela na frente de casa caso esteja acontecendo o ''jantar'' e eu tenha que fujir de novo... Abri a porta de casa e tudo estava muito silencioso , fui entrando as luzes estavam acesas não tinha ninguém taças de Champanhe estavam espalhadas pela casa ,estava tudo muito estranho fui subindo e entrei no meu quarto ,tudo estava intacto exceto por um bilhete em cima da minha cama ,peguei aquele pedaço de papel e percebi que a caligrafia era do meu pai então comecei a ler ...
  - ZOE ISSO NÃO E BRINCADEIRA ,ESTAMOS BEM TIVEMOS QUE IR PARA O LUGAR SEGURO QUE SUA MÃE TE DISSE POR TELEFONE ,SUA  MOTO É DIFERENTE DAS OUTRAS MOTOS  ISSO SOA ESTRANHO EU SEI MAS EM TODOS ESTES ANOS CONTRATEI OS MELHORES CIENTISTAS PARA CRIAREM ESSA MOTO E O QUE VOCÊ VAI VER NO SÓTÃO, VÁ PARA O SÓTÃO E DIGA O SEU NOME , PEGUE TUDO ,E NÃO FIQUE EM CASA E PERIGOSO MANTENHA-SE VIVA ,E EM BREVE IREMOS BUSCAR VOCÊ SÓ FIQUE VIVA.
   O que esta acontecendo hoje de manhã estava tudo normal tudo em perfeita sincronia ,minha mãe conferindo os últimos detalhes pro jantar não me dando atenção ,meu pai na empresa trabalhando  ,tudo tão normal  um dia comum pra mim  varias perguntas se passavam na minha cabeça mas eu não tinha tempo pra ficar pensando nas respostas... Desci as escadas e fui direto pro sótão sem cerimonia disse :
  - Zoe Wayne!  --fiquei para e por segundos nada aconteceu ,mas do nada uma  estante surgiu  nela tinha varias armas  e uma roupa , com um segundo  bilhete mais um pra coleção de bilhetes da Zoe...
 ---PARA ZOE WAYNE ..
   Coloquei a roupa  que estava em cima da mesa , e em minutos eu estava com uma calça jeans resistente ,um All Star cano médio  preto,uma blusa preta de manga comprida e por cima da blusa um colete , e por cima do colete uma jaqueta  
de couro e nas mãos uma luva sem dedo  de couro. Guardei a roupa que estava usando a alguns minutos atrás dentro da mochila ,coloquei os Revolveres presos um em cada perna, peguei a lamina e prendi  no meu braço  e por fim percebi que também tinham duas espadas o que era estranho  , peguei as duas  espadas e prendi em minhas costas eu podia correr e nenhuma daquelas armas iria se desprender pois tudo foi planejado pra mim ,tudo foi planejado para uma guerra ao qual eu seria a combatente tudo se encaixava tudo aquilo era pra mim .
Coloquei algumas comidas na mochila ,uma lanterna e coloquei nas costas  na frente das duas espadas e caramba a mochila estava pesando mais , pois agora além das roupas  na mochila eu tive que colocar  comida e água ,sai daquele sótão e voltei para a frente da minha casa , peguei meu capacete coloquei  e subi na moto até que eu escuto o que parecia ser uma voz  sim era uma voz que dizia :
 ---Comunicado importante: fiquem nas suas casas,tranque-as,protejam-se,não deixem ninguém entrar,pessoas que apresentarem 
os seguintes sintomas devem ser mortas:febre alta,convulsões e quererem morder você portam um vírus transmitido por saliva e por sangue estamos desenvolvendo a cura Não se desesperem...
  E assim acabou o que seria talvez um aviso , e depois que o aviso acabou eu ouvi  o barulho de uma coruja, seria 
algum tipo de sinal da natureza ? simplesmente não sei , nem iria ficar ali pra conferir ! liguei minha moto e segui sem rumo, agora era eu e minha Harley Davidson juntas de novo contra o mundo...

Parte 1

Eram 3 horas da manhã e eu tava vidrada no video game,matava cada inimigo que me aparecia,ah como a sensação era boa,um dessestresse.Mirei com a sniper na cabeça dele,só um pouco mais pra direita...
Cabbuum
Caramba, que susto, era a Elise batendo na porta do meu quarto,que guriazinha,mandei ela volta a dormi e a peste falo que queria me vê joga,relutantemente,deixei.
Só que ai ela começo:
-Ai deixa eu joga?
-Não ta mirando direito.
-Olha atrás de ti!
Ai me irritei e parei de joga.Elise não queria ir pro quarto dela,então durmiu comigo.Só que durante a noite ela chutava as minhas costas,me levantei e fui até a cozinha come alguma coisa,ahh que legal,só tinha nata,espera,o que era aquilo no congelador?sorvete? abri feliz aquele pote,até me deparar com aquela gosma marrom,feijão.Droga.
Votei pro quarto,a guria roncava,decidi fica na cadeira do computador girando,girando,girando...aquilo me deu sono,deitei do lado de Elise, e num piscar de olhos,dormi.
Sonhei com o jogo, novidade...
Desta vez foi diferente,eu estava,acho,que no Iraque no meio de uma guerra,os personagens do jogo estavam comigo,eu sabia o nome de todos,o Templar,a Luger,o Rico e o velho do Hackha.Nós estávamos indo em direção  a base inimiga,resgatar um dos nossos.Era aquele tipo de sonho que parece real,sabe?
Eu atirava.Braços,pernas,tronco e cabeça,eles caiam de joelhos.
Quase lá,passei por corpos caídos,vamos,parecia que tinha tempo,vamos,vai...
Cabuuumm
Droga,uma granada!!na mesma hora que deu “gamer over” no sonho eu me acordei com um pulo.Alguém estava batendo à porta,não podia ser papai nem mamãe,eles chegavam meio dia e era 5 horas da manhã.
Elise ainda dormia,que sono pesado em,fui até a sala,a babá dormia e babava,eca.Sacudi aquela mulher com força,nada.Mais barulhos na porta.
A chuva ainda caia,mais batidas,me aproximei lentamente,fui até a porta,quando ia gira a maçaneta...
Ahhhhhhhh
Gritos!!vindos da sala.Corri até lá,a babá tava no chão,se debatendo,opa,corri até ela tentei para aquilo,mas não adiantava.Peguei meu celular,digitei o número da ambulância:
-Alô??Rápido minha babá tá se debatendo que nem uma foca aqui!!
-Alô,desculpa moça mais não podemos....
Tu tu tu
Poxa vida,que legal,agora tava sem linha, e agora o que eu ia faze?
Concerteza eu não iria na rua,ouvia gritos de lá.
O medo me dominou,meu instinto me levou até o meu quarto onde estava Elise,caramba,a aguria ainda dormia,mais desespero,podia se um assassino brincando com a gente ou uma gangue de assaltantes.Corri até o quarto de meus pais e peguei a pistola que estava debaixo da cama,escondida no colchão.Droga,cade a maldita munição?ah é,na gaveta de meias do papai.
Depois de estar armada fui até o quarto,Elise estava sentada balançando as pernas,aquilo me irritou:
-Dá pra para?
Ela só me olho e paro.
Peguei minha velha mochila e botei uma troca de roupa pra mim e pra Elise,uma garrafinha de água que tinha na mesa do computador e algumas trakinas que tinha guardado,ela só me observava.
Derepente ouvi denovo o caos da rua,como tinha me esquecido dele?
Fui até a janela e olhei,pessoas ensaguentadas  corriam atrás das pessoas ,opa ,as mordiam,elas convulcionavam e corriam atrás de outras pessoas,só podiam estar brincando comigo,ou podia se verdade,merda.
Entrei em duvida, ou ia pro sotão me esconder ou ia enfrentar as ruas a procura de fulga.Com a lerdeza da Elise seria difícil lá fora,mas fui mesmo assim .
Pedi pra ela fazer silencio,ela assentiu,estranho,ela não me obedecia normalmente,talvez estivesse assustada.
Pulamos pela janela,o caos continuava,com sorte ninguém nos viu.Abaixada eu fui até um vaso de flores que tinha e peguei a chave do carro debaixo dele.
Eu não tinha ideia de como ligar aquele troço, mas vamos lá ,ligueis alguns botões,girei a chave,soltei aquela alavanca lá,olha o carro ligou,Elise estava no banco de trás pois eu tinha medo de leva-la no da frente poi eu podia bater o carro,afinal eu não sabia dirigir.
Aos poucos peguei o jeito,aprendi a dirigi aquela banheira com rodas.Ela não falou nada até um maluco aparecer na janela traseira:
-Sara!!socorro!
Sem pensar eu dei ré,esmagando a criatura que tentara invadir meu carro,comecei a dirigir novamente,só que mais rápido com medo de ser presa.
Alguns minutos depois ,quando Elise já dormia,eu decidi liga o rádio:
-comunicado importante-Disse uma voz metálica-Fique nas suas casas,tranque-as,protejam-se,não deixem ninguém entrar,pessoas que apresentarem os seguintes sintomas devem ser mortas:Febre alta,convulsões e querem morde você portam um vírus transmitido por saliva e sangue,na qual estamos desenvolvendo a cura,não se desesperem...
 E acabo...Não se desesperar?merda,No mínimo o governo deixo alguma coisa fugir,ah que ótimo,tinha que ficar em casa,por que que fui sai de lá?? Eu queria voltar mas tava longe demais,Decidi ir a caminho da casa da minha avó.Elise ainda dormi,aposto que estava em choque,eu e ela iriamos sobreviver a isso,eu tinha roupa,arma e comida.Comida eu sei que acaba mas vou achar mais.Eu consigo.

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

One  New Age

                                   Sinopse  

    Duas pessoas diferentes unidas por uma ironia do destino ,sera possível sobreviverem   a sua nova situação ? tudo muda na vida de Sara e Zoe e em menos de vinte e quatro horas suas vidas viram de cabeça para baixo ,agora a unica opção de Zoe e Sara é sobreviver a um  mundo totalmente desconhecido ...