Eram 3 horas da manhã e eu tava vidrada no
video game,matava cada inimigo que me aparecia,ah como a sensação era boa,um
dessestresse.Mirei com a sniper na cabeça dele,só um pouco mais pra direita...
Cabbuum
Caramba, que susto, era a Elise batendo na
porta do meu quarto,que guriazinha,mandei ela volta a dormi e a peste falo que
queria me vê joga,relutantemente,deixei.
Só que ai ela começo:
-Ai deixa eu joga?
-Não ta mirando direito.
-Olha atrás de ti!
Ai me irritei e parei de joga.Elise não queria
ir pro quarto dela,então durmiu comigo.Só que durante a noite ela chutava as
minhas costas,me levantei e fui até a cozinha come alguma coisa,ahh que
legal,só tinha nata,espera,o que era aquilo no congelador?sorvete? abri feliz
aquele pote,até me deparar com aquela gosma marrom,feijão.Droga.
Votei pro quarto,a guria roncava,decidi fica na
cadeira do computador girando,girando,girando...aquilo me deu sono,deitei do
lado de Elise, e num piscar de olhos,dormi.
Sonhei com o jogo, novidade...
Desta vez foi diferente,eu estava,acho,que no Iraque no meio de uma guerra,os personagens do jogo estavam comigo,eu sabia o
nome de todos,o Templar,a Luger,o Rico e o velho do Hackha.Nós estávamos indo
em direção a base inimiga,resgatar um
dos nossos.Era aquele tipo de sonho que parece real,sabe?
Eu atirava.Braços,pernas,tronco e cabeça,eles
caiam de joelhos.
Quase lá,passei por corpos caídos,vamos,parecia
que tinha tempo,vamos,vai...
Cabuuumm
Droga,uma granada!!na mesma hora que deu “gamer
over” no sonho eu me acordei com um pulo.Alguém estava batendo à porta,não
podia ser papai nem mamãe,eles chegavam meio dia e era 5 horas da manhã.
Elise ainda dormia,que sono pesado em,fui até a
sala,a babá dormia e babava,eca.Sacudi aquela mulher com força,nada.Mais
barulhos na porta.
A chuva ainda caia,mais batidas,me aproximei
lentamente,fui até a porta,quando ia gira a maçaneta...
Ahhhhhhhh
Gritos!!vindos da sala.Corri até lá,a babá tava
no chão,se debatendo,opa,corri até ela tentei para aquilo,mas não adiantava.Peguei
meu celular,digitei o número da ambulância:
-Alô??Rápido minha babá tá se debatendo que nem
uma foca aqui!!
-Alô,desculpa moça mais não podemos....
Tu tu tu
Poxa vida,que legal,agora tava sem linha, e
agora o que eu ia faze?
Concerteza eu não iria na rua,ouvia gritos
de lá.
O medo me dominou,meu instinto me levou até
o meu quarto onde estava Elise,caramba,a aguria ainda dormia,mais
desespero,podia se um assassino brincando com a gente ou uma gangue de
assaltantes.Corri até o quarto de meus pais e peguei a pistola que estava
debaixo da cama,escondida no colchão.Droga,cade a maldita munição?ah é,na
gaveta de meias do papai.
Depois de estar armada fui até o
quarto,Elise estava sentada balançando as pernas,aquilo me irritou:
-Dá pra para?
Ela só me olho e paro.
Peguei minha velha mochila e botei uma
troca de roupa pra mim e pra Elise,uma garrafinha de água que tinha na mesa do
computador e algumas trakinas que tinha guardado,ela só me observava.
Derepente ouvi denovo o caos da rua,como
tinha me esquecido dele?
Fui até a janela e olhei,pessoas
ensaguentadas corriam atrás das pessoas
,opa ,as mordiam,elas convulcionavam e corriam atrás de outras pessoas,só
podiam estar brincando comigo,ou podia se verdade,merda.
Entrei em duvida, ou ia pro sotão me
esconder ou ia enfrentar as ruas a procura de fulga.Com a lerdeza da Elise
seria difícil lá fora,mas fui mesmo assim .
Pedi pra ela fazer silencio,ela
assentiu,estranho,ela não me obedecia normalmente,talvez estivesse assustada.
Pulamos pela janela,o caos continuava,com
sorte ninguém nos viu.Abaixada eu fui até um vaso de flores que tinha e peguei
a chave do carro debaixo dele.
Eu não tinha ideia de como ligar aquele
troço, mas vamos lá ,ligueis alguns botões,girei a chave,soltei aquela alavanca
lá,olha o carro ligou,Elise estava no banco de trás pois eu tinha medo de
leva-la no da frente poi eu podia bater o carro,afinal eu não sabia dirigir.
Aos poucos peguei o jeito,aprendi a dirigi
aquela banheira com rodas.Ela não falou nada até um maluco aparecer na janela
traseira:
-Sara!!socorro!
Sem pensar eu dei ré,esmagando a criatura
que tentara invadir meu carro,comecei a dirigir novamente,só que mais rápido
com medo de ser presa.
Alguns minutos depois ,quando Elise já
dormia,eu decidi liga o rádio:
-comunicado importante-Disse uma voz
metálica-Fique nas suas casas,tranque-as,protejam-se,não deixem ninguém
entrar,pessoas que apresentarem os seguintes sintomas devem ser mortas:Febre
alta,convulsões e querem morde você portam um vírus transmitido por saliva e
sangue,na qual estamos desenvolvendo a cura,não se desesperem...
E
acabo...Não se desesperar?merda,No mínimo o governo deixo alguma coisa
fugir,ah que ótimo,tinha que ficar em casa,por que que fui sai de lá?? Eu
queria voltar mas tava longe demais,Decidi ir a caminho da casa da minha
avó.Elise ainda dormi,aposto que estava em choque,eu e ela iriamos sobreviver a
isso,eu tinha roupa,arma e comida.Comida eu sei que acaba mas vou achar mais.Eu
consigo.
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