Que droga, aquela mensagem estava em todas estações,
eu nem podia ouvir música, e os cds que tinham no carro eram uma bosta.
Elise finalmente se acordo, reclamando,
como sempre, que queria come. Alimentei a criatura, ela ficou um pouco mais
feliz.
Estavamos chegando na casa da vó. Eu mandei
a Elise ficar no carro, ela reclamo, mas ficou.
Escondi a Glock na minha cintura, debaixo
do casaco, atravessei o gramado, silêncio, fui até a porta, bati três vezes,
nada, eu estava tensa. A porta estava trancada, resolvi pular uma janela só que
pra isso eu precisei quebrar o vidro, prometi a mim mesma concertar aquilo mais
tarde.
Entrei na casa, muito silêncio, coisas
atiradas no chão. Fui até o quarto da vovó. Roupas, perfumes, vidros enfeitados
e sangue, tudo no chão...OPA, SANGUE?? Não podia ser, me aproximei, tinha
cheiro e expressura de sangue, será que era da vovó ou de outra pessoa? Ai meu
Deus.
Começei a vasculhar a procura de um corpo,
segui a trilha de sangue, levava ao banheiro.Com a arma em punho, empurrei levemente a porta, meu coração pulava de medo.
Entrei em choque, chorei ao ver minha avó, multilada, na banheira segurando uma 9mm,sangrava.Chorei mais ainda ao ver que ela mesmo morta levava aquele sorriso, o mesmo sorriso de quando preparava biscoitos,de quando recebia flores que eu colhia na rua,de quando ouvia histórias impossiveis que eu contava.Eu me aproximei e delicadamente acariciei o rosto dela fechando-lhe os olhos.
Não tinha força para carrega-la paro o jardim e enterra-la dignamente, então fui até o quarto e peguei a coberta favorita dela, retirei a arma e botei em cima da tampa do vaso.Cobri ela e falei algumas palavras de coração.
Peguei a 9mm,tinha 7 balas no pente,mas faltava uma.Fui até ela e levantei de leve o cobertor,percebi um furo no cranio dela,mais lagrimas,ela tinha se matado,mas porque?
Eu não tinha tempo pra pensar,peguei a 9mm e botei do outro lado da cintura.Caminhei até o quarto dela,recolhi seu perfume favorito do chão,peguei uma bolça dela e botei ele lá.
Fui até a cozinha,enchi a bolça,que era grande,de enlatados,bolinhos,chá,café soluvel,toddy,bolachihas,um pacote de salgadinho e 4 garrafinha de água sem contar 3 cobertas,2 travesseiros e uns casacos que levei na mão.Percebi que a porta dos fundos estava aberta,então passei por ela.
Chegando no carro:
-Mana,cade a vovó?
-Ela...-Eu não podia falar a verdade-Ela...saiu,foi...numa amiga,veremos ela mais tarde.-Não,nunca mais-Certo?
-Aham.
Ela ficou olhando pro chão.
Eu botei as coisas no banco de tras:
-O que é tudo isso?
-Am...-Mais que merda-A vovó deixou um bilhete dizendo que era pra gente.
-Ata-Voltou a encarar o chão.
Revistei o porta-luvas e achei um mapa da cidade,não que eu não soubesse aonde as coisas ficavam,mas era bom ter um.Eu procurava algum tipo de atendimento,mas não achei nada no maldito mapa.Por fim,decidi ir pra casa da stacy,tomara que aquela vaca estivesse em casa.A Elise brincava com a manga da blusa,nunca a vi tão quieta:
-Ei pequena,o que aconteceu?
-Nada.
-Me fala...
Ela olhou o chão e depois me encarou.
-Lá em casa,eu ouvi gritos e...
-E??
-Uma pessoa estava atacando a babá,eu fiquei com medo,corri e me deitei na cama-Lagrimas caiam em seu rosto pálido-Eu.Eu.Eu queria te ajudado mas acho que era tarde demais.
- Eu sei.-Me emocionei-Eu também tentei,agora ela ta no céu,feliz,ela não sentiu dor-Eu estava mentindo,mas era pro bem dela-Ela ta cantando agora com os anjos,não fique trite pequena.
Eu parei o carro e fui até o banco de tras,abraçei ela,nos compartilhava-mos a mesma dor,a mesma ferida aberta,a mesma corroição.
Acabei dormindo,os sons da floresta que ficava ao lado da estrada me envolveram,me acolheram.Sonhei com papai e mamãe.Eles sorriam pra mim e me acenavam,diziam alguma coisa,mas eu não conseguia ouvir.Eles vinham ao meu encontro quando...
Cabbuumm
Fui retirada do meu sonho com as sacudidas que Elise me deu:
-Saraa!!olha!!olha!!
Ela gritava enloquecidamente.
Me levantei e olhei pelo vidro,um homem barbudo,com cara de debi mental,batia no vidro desajeitosamente e batia o maximilar tentando comer o vento.Caramba,que cara feio.Eu notei que ele não tinha um braço e demorei pra percebe que ele queria nos morde,será que ele era um louco canibal?
Aquele infeliz não falava,por instinto decidi dar a partida,o homem nos seguiu inútilmente.
Durante o trajeto deu fome,parei o carro.Eu e Elise devoramos metade da comida,antes eu não percebera o quanto estava faminta.
Finalmente cheguei na casa de stacy.Não houve resultado das batidas que dei na porta,me vi obrigada a quebrar um vidro denovo.
Ninguém em casa.Não tinha roupas nos armarios,nem sinal da minha amiga.Achei uma mochila,botei um caderno e estojo que tinha em cima da mesa,um litrão de refrigerante,algumas bolachas de sal,um esqueiro,um taco de baseball e 4 bichinhos de pelúcia pra Elise.
Eu presumi que a Stacy tinha saido as presas de casa pois havia deixado o celular,oba,tinha fones.Graças a Deus que nós tinhamos o mesmo gosto musical.Finalmente música de qualidade.
Não tinha força para carrega-la paro o jardim e enterra-la dignamente, então fui até o quarto e peguei a coberta favorita dela, retirei a arma e botei em cima da tampa do vaso.Cobri ela e falei algumas palavras de coração.
Peguei a 9mm,tinha 7 balas no pente,mas faltava uma.Fui até ela e levantei de leve o cobertor,percebi um furo no cranio dela,mais lagrimas,ela tinha se matado,mas porque?
Eu não tinha tempo pra pensar,peguei a 9mm e botei do outro lado da cintura.Caminhei até o quarto dela,recolhi seu perfume favorito do chão,peguei uma bolça dela e botei ele lá.
Fui até a cozinha,enchi a bolça,que era grande,de enlatados,bolinhos,chá,café soluvel,toddy,bolachihas,um pacote de salgadinho e 4 garrafinha de água sem contar 3 cobertas,2 travesseiros e uns casacos que levei na mão.Percebi que a porta dos fundos estava aberta,então passei por ela.
Chegando no carro:
-Mana,cade a vovó?
-Ela...-Eu não podia falar a verdade-Ela...saiu,foi...numa amiga,veremos ela mais tarde.-Não,nunca mais-Certo?
-Aham.
Ela ficou olhando pro chão.
Eu botei as coisas no banco de tras:
-O que é tudo isso?
-Am...-Mais que merda-A vovó deixou um bilhete dizendo que era pra gente.
-Ata-Voltou a encarar o chão.
Revistei o porta-luvas e achei um mapa da cidade,não que eu não soubesse aonde as coisas ficavam,mas era bom ter um.Eu procurava algum tipo de atendimento,mas não achei nada no maldito mapa.Por fim,decidi ir pra casa da stacy,tomara que aquela vaca estivesse em casa.A Elise brincava com a manga da blusa,nunca a vi tão quieta:
-Ei pequena,o que aconteceu?
-Nada.
-Me fala...
Ela olhou o chão e depois me encarou.
-Lá em casa,eu ouvi gritos e...
-E??
-Uma pessoa estava atacando a babá,eu fiquei com medo,corri e me deitei na cama-Lagrimas caiam em seu rosto pálido-Eu.Eu.Eu queria te ajudado mas acho que era tarde demais.
- Eu sei.-Me emocionei-Eu também tentei,agora ela ta no céu,feliz,ela não sentiu dor-Eu estava mentindo,mas era pro bem dela-Ela ta cantando agora com os anjos,não fique trite pequena.
Eu parei o carro e fui até o banco de tras,abraçei ela,nos compartilhava-mos a mesma dor,a mesma ferida aberta,a mesma corroição.
Acabei dormindo,os sons da floresta que ficava ao lado da estrada me envolveram,me acolheram.Sonhei com papai e mamãe.Eles sorriam pra mim e me acenavam,diziam alguma coisa,mas eu não conseguia ouvir.Eles vinham ao meu encontro quando...
Cabbuumm
Fui retirada do meu sonho com as sacudidas que Elise me deu:
-Saraa!!olha!!olha!!
Ela gritava enloquecidamente.
Me levantei e olhei pelo vidro,um homem barbudo,com cara de debi mental,batia no vidro desajeitosamente e batia o maximilar tentando comer o vento.Caramba,que cara feio.Eu notei que ele não tinha um braço e demorei pra percebe que ele queria nos morde,será que ele era um louco canibal?
Aquele infeliz não falava,por instinto decidi dar a partida,o homem nos seguiu inútilmente.
Durante o trajeto deu fome,parei o carro.Eu e Elise devoramos metade da comida,antes eu não percebera o quanto estava faminta.
Finalmente cheguei na casa de stacy.Não houve resultado das batidas que dei na porta,me vi obrigada a quebrar um vidro denovo.
Ninguém em casa.Não tinha roupas nos armarios,nem sinal da minha amiga.Achei uma mochila,botei um caderno e estojo que tinha em cima da mesa,um litrão de refrigerante,algumas bolachas de sal,um esqueiro,um taco de baseball e 4 bichinhos de pelúcia pra Elise.
Eu presumi que a Stacy tinha saido as presas de casa pois havia deixado o celular,oba,tinha fones.Graças a Deus que nós tinhamos o mesmo gosto musical.Finalmente música de qualidade.
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